FOTO: TOMAS
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sábado, 7 de outubro de 2023
CAPÍTULO 02
Tomás começou á dar início ao seu plano de arruinar com a escola dois corações á pedido de seu amante João Almeida que almeja comprar á todo custo o terreno da escola e não mede escrúpulos para conseguir tal feito, a primeira tentativa de Tomás foi afrouxar os pregos de um palco onde os alunos fariam uma apresentação (de afrouxar coisas ele entende porquê as pregas do rabo dele já estavam bastante frouxas) e durante uma apresentação o palanque desabou e uma menina chamada Luciana caiu e quebrou a perna, em outro momento uma luminária despencou do teto e quase provocou um acidente fatal, e3m outro momento ele havia soltado o espelho da sala de ballet e o espelho quase vira por cima das bailarinas e da própria mãe dele, sem desconfiar de Tomás Daniel começa á suspeitar que havia um sabotador presente no local. A escola de dança começa então á passar por problemas financeiros. Numa tarde comparsas de João Almeida fizeram uma visita indesejada ao local
-"COMO VOCÊS ENTRARAM AQUI?!" - Pergunta Marisol ao ver os rapazes adentrando ao recinto.
-"Pela porta baby, aliás essa sala não tem nenhuma porta...." - Diz um dos homens em tom debochado.
-"Minha sala nunca teve porta, qualquer aluno pode falar comigo á qualquer hora...e o nome dela não é baby, é Marisol!!!"
-"E depois aqui na escola é proibido fumar!!!" - Diz Marisol ganhando uma baforada na cara do charuto do rapaz
-"Vocês vieram se matricular no ballet?!" - Pergunta Mamma Vitória em tom debochado
-"A senhora sabe muito bem o que nós viemos fazer, O João Almeida vai acabar com tudo isso aqui"
-"Mas e a escola?!" - Pergunta Marisol sentando-se numa cadeira
-"E os alunos?!" - Pergunta Mamma Vitória levantando-se
-"Os Alunos serão removidos, e esse prédio será demolido para construir o sanatório de recuperação de drogados Vale do Sol" - Todos os capangas riem - "Essa grana é uma oferta do João Almeida pra senhora sair logo e se livrar das dívidas" - Diz o rapaz jogando um bolo de dinheiro em cima da mesa
-"Jamais..." - Tenta dizer Mamma Vitória já muito rouca e ficando agoniada
Foi aí que o malfeitor a interrompeu e deu a notícia que ninguém queria ouvir aquela tarde: "João Almeida tem a hipoteca da escola"
-"Até o telefone foi cortado baby, ou a senhora aceita a grana ou nós vamos arrepiar!!!"
-"Saiam daqui imediatamente!!!" - Grita Marisol ao ver o quanto a mãe estava passando mal com tudo aquilo
-"Diga...a João Almeida, que a escola não vai fechar, e diga também...que eu já tenho uma saída" - Diz Mamma Vitória quase sem poder falar e muito rouca
-"30 dias pra pagar e nem mais um dia tá?!" - Um dos rapazes diz enquanto são postos pra fora do local á vassouradas por Marisol
E tudo isso aconteceu enquanto Daniel da Lua estava trabalhando no jornal. Anselmo que ouvia tudo numa sala próxima dali esperou que Daniel chegasse e contou tudo ao rapaz. Enquanto isso Marisol e Mamma Vitória conversavam enquanto Tomás ouvia tudo:
-"A senhora disse que tinha uma saída...que saída?!"
-"Eu menti...mas nós vamos encontrar uma saída..."
-"Mãe a senhora não acha melhor a gente sair logo daqui e ir pra um lugar onde a gente sofra menos?!"
-"Nem pensar, você sabia que foi a minha avó que fundou essa escola?! quando minha avó se casou, meu avô que era dono de todo esse terreno, nos deu essa casa que hoje é o nosso restaurante italiano e a casa onde nós vivemos, essa casa está na minha família á várias gerações, e pelos detalhes da construção é possível ver que se trata de um patrimônio centenário enquanto eu estiver viva, não sairei daqui e ninguém vai nos tirar aqui"
Enquanto isso Lua conversava com Anselmo e fica sabendo das ameaças que a família sofreu á pouco tempo.
-"Deixa comigo Anselmo, eu vou lá, eu vou lá ver quem é esse tal de João Almeida"
-"Tenha cuidado Lua"
-"Ok beijo, tchau"
Poucos segundos depois de Lua sair o muro da escola explode após uma bomba ter sido colocada no colégio, com a explosão alguns destroços machucam Anselmo.
Daniel chega ao prédio da Vale do Sol onde aliás João Almeida mora na cobertura e começa á fotografar quando é surpreendidos por seguranças
-"Ei que isso cara?! eu sou jornalista!!!"
-"Ninguém pode fotografar aqui moço, João Almeida quer ver você"
-"Ah é?! eu também quero ver esse tal de João Almeida"
Eles saem levando Daniel praticamente arrastado pra dentro do prédio e quando chegam á sala de João...agora estavam cara a cara
"QUE QUE VOCÊ TAVA BISBILHOTANDO NO MEU TERRITÓRIO?!"
-"pra quem você trabalha? você é da polícia?"
-"Não...da polícia não, eu sou jornalista, eu trabalho na Hora X"
Nesse momento João dá uma bela olhada pro rapaz, Lua não é de se jogar fora...
"Ah Hora X? huuummm porquê não disse antes?"
Daniel vendo que havia ganhado a confiança do homem começa á fazer peguntas enquanto grava com o celular
"Vem cá...porquê destruir uma escola de dança pra construir um sanatório hein?"
-"Escreva que a escola, se transformará numa espécie de SPA de primeiro mundo. Drogados de todos os países frequentarão o sanatório vale do sol, teremos também um shopping com serviços tipo psiquiatria, perfumaria, destilarias e etc..."
-"Quer dizer que esse empreendimento é pra esconder alguma armação?! tipo tráfego de drogas?!"
Nesse instante o homem perde seu ar forçosamente simpático e expulsa o menino da sua sala, mas seu celular permanece gravando e registra quando um dos capangas dizem que João Almeida tem ligação com o tráfego internacional, não restava mais dúvidas, João Almeida é um bandido e traficante com fachada de empresário.
Ao chegar em casa Lua descobre que uma bomba foi colocada na escola e destruiu um muro do colégio. Ao saber que Anselmo ficou machucado Daniel se preocupa e vai até a casa da outra avó onde Anselmo trabalha como seu contador. Encontra Anselmo no quarto, o homem está com a perna engessada e um braço na tipoia. É bem verdade que Anselmo esconde uma paixão platônica por Daniel da Lua, mesmo sendo muito mais velho do que ele, quando vê Daniel entrando no seu quarto foi como se um raio de sol adentrasse por aquela porta. Nem as dores que estava sentindo ele parecia notar mais.
"Anselmo? vc tá muito machucado?!"
-"Não foi nada não Lua, não precisa se preocupar"
-"Você não tem ninguém pra passar essa noite aqui com você né? sabe de uma coisa? eu faço questão de ficar aqui tomando conta de você essa noite"
-"Não precisa Lua, eu já tô melhor!!!"
-"Eu disse que faço questão, e não aceito um não como resposta, pode ir se preparando que hoje você é meu sultão e eu serei sua odalisca hahahahah"
As horas se passavam e o coração de Anselmo parecia que estava em festa e não parava um só minuto, Daniel ajudou á tomar sopa, ajeitou sua almofada no pescoço, leu pra ele um livrinho de piadas, até ele adormecer, para Daniel da Lua Anselmo era como um irmão mais velho enquanto que Anselmo só conseguia imaginar como seria tudo de bom se o Daniel acabasse com sua solidão, seria o melhor namorado. Á noite Anselmo teve um sonho com o Lua.
SONHO DO ANSELMO - SAFADDIN E A PICA MARAVILHOSA
Anselmo, ou melhor Safaddin caminha pelo deserto á noite, exausto, com sede e fome ele encontra um oásis, ele praticamente se arrasta pelas escaldantes areias do deserto até o local e lá chegando ele encontra um artefato que ele esfrega e da lâmpada sai Daniel da Lua, com roupinha de gênio, sem camisa, calças largas e um véu sob o rosto estilo feiticeira
-"Em que posso servi-lo meu amo e senhor?!" - Pergunta o geninho
-"Quem é você?!"
-"Sou o gênio da lâmpada que você acabou de esfregar, tens direito á três desejos senhor"
O primeiro desejo dele foi um palácio enorme, confortável e com luz e prontamente o desejo lhe foi concedido o palácio surgiu das areias quentes do deserto, o segundo pedido comida farta que nunca chegasse ao fim, então surge uma mesa enorme com um banquete farto para ele e o terceiro desejo...bem...ele não era bobo e observou bem os belos atributos do Geninho, não pensou duas vezes baixou as calças e ordenou:
-"Chupa!"
O gênio prontamente obedeceu tirou seu véu, baixou-se no meio das pernas do homem e começou á pagar-lhe um delicioso boquete, o cara pensou consigo mesmo: "Esse gênio sabe como chupar e satisfazer um macho, nunca senti uma mamada tão gostosa assim" realmente o Geninho parecia que tinha boquinha de veludo e mamava a pica do homem com prazer e satisfação e com o único e irremediável propósito de proporcionar o prazer á seu "amo e senhor". O gênio mamava sua piroca branquinha com muita vontade, o cara tinha um belo atributo, seu pau era avantajado e levemente grosso, com uma cabeça rosadinha e exposta que á princípio o Geninho se concentrou em apenas lamber generosamente aquela cabeça babada enquanto olhava para seu amo com carinha de menino pidão parecia que era um pirulito nas mãos dele. enquanto lambia sua cabeça tocava uma pro macho com as duas mãos e ainda sobrava um pedacinho do pau, ele achava quentinho e aliás quentinho também era o pau do cara depois ele começou á mamar a rola do seu amo enquanto tocava uma levemente para ele, seu pau não parava de babar, com uma mão ele babava e com a outra ele tocava no saco do rapaz que aliás era bem macio, seu corpo começou á arrepiar e ter leves espasmos, ele se encostou numa parede e ficou ali curtindo a mamada do menino vagarosamente e muito safado seu saco por conta do arrepio se contraiu se unindo ao corpo, suas mamadas se tornaram mais intensas e babando uma babinha quentinha no pau do cara que escorria pelo saco, quando ele tirava a boca o cara podia ver um fiapo da saliva dele que unia do pau á boca dele, o menino realmente sabia o que fazia e não contente com todo o prazer que proporcionava á seu amo ele ainda começou á acariciar e apalpar o bumbum arrepiado dele de leve enquanto tentava fazer uma garganta profunda no pênis do seu senhor que foi á loucura com aquilo, estava bom demais, não havia como fugir do que ele queria e sem opção o cara começou á esporrar na cara do garoto primeiro foi fundo na garganta, depois ele tirou a boca e deixou o homem lavar sua cara com seu esperma, era delicioso ver sua carinha de menino safadinho toda meladinha pelo seu leito quentinho que jorrou gostoso nele.
Depois o cara quis comer o Geninho que não se opôs porquê também estava louco de tesão por aquela maravilha de macho que estava diante dele, mas a foda não podia ser mais inusitada, os dois transavam enquanto voavam num tapete mágico e assim foi o gênio Daniel se pôs de quatro enquanto que o outro, Anselmo "Safaddin" tentava penetrar seu cuzinho com a pica grossa que obviamente encontrou resistência, mas como o tapete era grande e espaçoso o suficiente, o rapaz conseguiu se acomodar embaixo dele e imediatamente enfiou a cara na sua bunda, o gênio se arrepiava e deu um grito de prazer tão forte que ecoou pelos ares, ele esfregava sua barba ralinha no rabo do garoto que gemia e rebolava para ele, aliás que cena linda aquela bunda prefeitinha e lisinha rebolando diante da sua cara enquanto voavam no tapete pelo céu estrelado era de matar qualquer um de tesão, ele lambia, enfiava o dedo no cu do rapaz, enfiava a língua e quando já estava b em babado aí sim o Anselmo Safaddin tentou enfiar sua pica dentro do rabo do geninho, a cabeça foi o mais complicado mas quando ela entrou, todo o resto do pau foi engolido pelo cuzinho do menino de forma bastante fácil, ele começou metendo devagarzinho até que a tora já estivesse completamente enterrada no seu rabo, Anselmo sentia como era gostoso ter o corpo do Daniel ali embaixo dele quentinho rebolando pra ele, enquanto ele sussurrava obscenidades em seu ouvidinho, gemia e passava sua barba em seu pescoço, mordendo sua orelha e falando obscenidades.
Em pouco tempo já estavam suando metendo forte, cada vez mais forte, com muito tesão, força e rapidez, gemiam sem parar até que Anselmo começou á tocar uma para Daniel e gozaram os dois juntos com ele enchendo o rabinho do menino de porra mas aquilo não parou por ali, ao contrário eles foram para a cama agora dentro do palacete e lá fizeram um belo frango assado á beira da cama onde Anselmo gozou sujando o peito, barriga e rosto de Daniel de porra e Daniel também gozou sujando a própria cara com seu próprio prazer
MAS TUDO NÃO PASSOU DE UM SONHO...
Anselmo acordou na cama ainda machucado com a perna e o braço engessados e Daniel ainda estava á seu lado sentado numa cadeira com um libro sob o peito cochilando, o dia estava quase amanhecendo.
Até que ficar doente não era de todo mal assim pro Anselmo...
CONTINUA...
CAPÍTULO 01
O Sol e a Lua nunca se encontram...será???
Lucas Sol era um jovem típico de classe alta brasileira: Loirinho, com uma barba serradinha, cabelinho arrepiado e pele branquinha, forte de braços musculosos e um belo tanquinho mas sem exagero, peitoral de dar inveja, coxas grossas, pernas peludas e uma bunda que chamava atenção por onde passa. Mas o que encantava mesmo nesse rapaz além do belo par de olhos azuis é o seu sorriso, que é o mais belo que eu já vi na vida, simpático porém um jeitinho de safado, outra marca registrada do rapaz é seu amor pela natureza e pelos animais, de espírito livre e aventureiro.
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| FOTO: Lucas Sol, o protagonista da história |
Lucas Sol é filho de João Almeida dono da construtora Vale do Sol, que comprou um terreno ao lado de uma casa centenária, num local aliás também repleto de árvores centenárias, nessa casinha vive Mamma Vitória, a senhora simpática dona de uma rede de cantinas italianas e sua filha Marisol que é dona da escola de dança Dois Corações repleta de crianças e de jovens, lá vive seu filho mais novo, o ambicioso Tomas, quem está pra chegar é Daniel, o filho mais velho, conhecido como Daniel da Lua porquê na infância o menino vivia "no mundo da lua" Daniel é jornalista do "Hora X" e está de volta á nova esperança para fazer uma matéria sobre a casa de sua família pois João Almeida quer, á todo custo comprar aquela casa e esse homem perigoso está disposto á qualquer coisa para sabotar a família e se apropriar do local.
Enquanto Daniel dirigia seu fusquinha vermelho por uma estrada que dava para a cidadezinha de Nova Esperança, um carrão á toda velocidade o ultrapassa de maneira inadequada, buzinando para ele. Daniel para no "Meio do Caminho" o Food Truck de seu amigo montanha.
-"Oi Amigo, me vê um suco de beterraba com laranja e uma informação"
-"Ok saindo um suco de beterraba com laranja e uma informação!!!"
-'Shhh...a informação é confidencial"
-"Desculpe..." - Montanha responde entregando o copo para ele
-"De quem é aquele carrão ali ó"
-"É mole, esse carro é dono do filho da construtora Vale do Sol, é só você olhar bem o tipo que logo vai saber de quem se trata"
Daniel paga o suco e sai tomando enquanto checa umas correspondências
Em alguns minutos o inesperado acontece: Lucas está falando no telefone com o pai e Daniel distraído tropeça despejando suco em cima do rapaz
-"Ô IDIOTA!!!" - Esbraveja Lucas -"Não pai, não é você não é um maluco que derramou um copo de suco de melancia em mim"
-"Desculpa cara eu não vi"
-"Você viu o que você fez?!" - Continua dizendo Lucas em tom arrogante
-"Desculpa, perdão" - Daniel tenta acalmar os ânimos em vão
-"Você é cego?!" - Nesse momento o Sol tocou no ponto delicado do Lua
-"SOU NÃO TÁ VENDO NÃO Ó TENHO 40 GRAUS DE MIOPIA" - Daniel responde num tom mais grosso ainda com ele
Nesse momento Lucas Sol abaixa o óculos escuro e dá bem uma olhada no Daniel da Lua: O rapaz até que era bem atraente, mas ele ri um risinho debochado e pergunta:
-"Perai você não é aquele louco que dirige uma tartaruga vermelha?!"
-"Não tô acreditando cara que você é aquele louco que dirige que nem um rinoceronte desesperado"
-"Você derrubou um copo de Melancia em mim"
-" Você merecia era um balde de suco de beterraba por colocar em risco a vida das pessoas...Olha eu sou Daní jornalista, e sei muito bem o número de acidentes que tem por aí pelas estradas, e olha quero ficar fora deles, você tá pensando que é o rei das estradas é?! só porquê tem um carrinho metido á besta"
Lucas ignora completamente o sermão do garoto e diz apenas um "Me Deixa em Paz" voltando á falar ao telefone com o pai
-"Alô pai, mas a escola dois corações está caindo aos pedaços, não podemos simplesmente derrubar o muro da escola, ainda tem crianças lá pai, afinal de contas porquê você quer tanto essa escola hein? qual é o outro plano?"
Daniel ouve a conversa fingindo não dar muita importância mas ele sabe que a escola dois corações é da sua mãe e que o rapaz com quem acabou de brigar é filho do cara que quer comprar á força a casa, e que eles tem um plano.
Bem perto dali Tomas, o irmão invejoso de Daniel se encontra ás escondidas com o empresário João Almeida, ambicionando mudar de vida e sair de Nova Esperança o tiozão rico faz do garoto de gato e sapato e o usa como isca para sabotar a família. É bem verdade que Tio João possui belos atributos, mas nenhum caráter, é um homem maduro de aproximadamente 50 anos, tem um largo peitoral peludo, uma barriga trincada igualmente peluda, coxas muito grossas que pra variar são muito peludas, costas largas, grisalho, uma barba ralinha deliciosa igualmente grisalha e pés grandes e muito perfeitos com dedinhos harmoniosos, ele é do tipo que tira o fôlego que qualquer um que o vir e desperta as mais irremediáveis paixões até no mais frívolo dos mortais, não é de se admirar que o idiota do Tomas tenha caído de amores por ele, quem não ficaria com um bonitão sedutor e manipulador como esse prometendo mundos e fundos?
Os dois se encontraram em uma Kitnet que João possuía perto dali, era uma espécie de "Matadouro" que o coroa levava seus novinhos desavisados, ao adentrar no local...
Tomas não teve muito tempo, mas sentiu uma fisgada na parte de trás da cabeça o que o deixou tonto. Logo em seguida, foi empurrado com força contra a parede. Machucou o rosto. Seu coração batia a mil e ouviu uma voz masculina dizendo:
- É melhor não se mexer, viadinho nem lutar! Ou se não, pode esperar o pior. - e e ordenou com uma voz fria e cruel - Abaixe as calças agora! Vamos logo, seu imbecil!
Ele abaixou, tremendo, conforme o Joãol ordenava. Naquele momento Tomás sentiu um misto de tesão, raiva, de medo tomando conta de seu corpo, ele adorava a dominação que seu papai fazia com ele, como se fosse uma cadelinha no cio. Se sentiu vulnerável, o coração batia tão forte que parecia que explodiria. O Homem passou, por de trás dele, a mão no seu pênis, pelo saco e o apertou. Não estava duro, pelo medo. E sorriu satisfeito. Em seguida, ele pode notar que João mexia em alguma coisa, como se também estivesse expondo uma parte de seu corpo. Uma pausa de um segundo. Dois segundos. Três segundos. Quatr....
-AAAAAAAAIIIIIIINNNNNNNN!!!
O Tomas soltou uma mistura de grito com gemido enquanto sentia uma forte estocada em sua bunda. O João mordeu a orelha dele e falou:
- Cala a boca viadinho! Eu quero você, quietinho, ouviu?
João não perdoava e socava e falava pra ele "minha puta, vadia, cachorra engole essa piroca pelo rabo safada, Piranha, cachorra…" ele gemia "aí ai ai ai meu macho arromba sua puta enche meu cu de leite seu safado vc tá me arrombando com essa piroca grande e grosso… Delícia, delícia, delícia de piroca".
Ele mordeu os lábios e deixou-se ser penetrado. Teve muito medo. Estava tomado por uma mistura de adrenalina, excitação, medo e terror. Enquanto isso, sentia o outro penetrando-lhe o rabo. Se contraiu todo.
Depois o colocou de deitado de bunda para cima e começou a esfregar aquele pau duro e bem babado no cu do viadinho, que logicamente achava tudo uma delicia.
ele deitou em cima de Tomás e falou: "agora você vai sentir minha rola de verdade empina a bundinha seu viadinho que vou empurrar de uma vez sua putinha". Ele não teve dó empurrou de uma vez e Tomás segurou aguentou tudo caladinho aquele pau dentro do seu cu por uns 2 minutos.
João, por sua vez, sorria e metia cada vez mais. E Tomás Adorava aquilo:
- Que cuzinho gostoso que você tem! - ele disse - Você não tem vergonha não? saindo de casa pra dar o rabo pra um macho?! eu vou te ensinar á virar homem, agora está aqui, sendo comido por um macho. Isto faz de você um putinho, sabia? Aposto que deve estar sentindo um pouco de dor, não é? Um cuzinho apertado deste sendo comido por um pau tão grande como o meu deve arder até a alma não é mesmo? É por isso que você está com lágrimas nos olhos, é ?
e começou a bombar ficou uns 20 minutos bombando e começou a gemer até Tomás sentir o leite derramando dentro do seu cu. Ele ficava com a cabeça baixa, de quatro, com o rabo empinado e as duas mãos encostadas na cama, não dizia uma palavra e deixava-se ser abusado e usado pelo coroa que o penetrava sem dó.
Tomas notou que o seu pau estava duro e com a cabeça de fora, babando e pulsado para aquele macho, cruel, dominador, e muito gostoso. Não sabia explicar o que era aquilo. Mas não conseguia pensar muito, também, porque o homem lhe comia violentamente. Foi quando ele começou a gritar de dor e João falou: "quer que eu pare?" e ele disse não. "Me arromba todo meu macho". Tudo que o João queria ouvir, empurrou tudo e a puta gemeu e se contorceu e ele continuou socando com força e ele gemendo e dizendo "delícia de pica, arromba, arromba, arromba sua puta, gostoso, caralho que delícia".
Foi então que Tomás já muito entregue sentiu seu corpo todo arrepiando, fechou os olhos e apenas curtia o prazer que aquele momento lhe proporcionava, João esfregava a sua barba no pescoço do menino, chupava e lambia sua orelha e o corpinho do rapaz se arrepiava mais e mais e mais, ele continuava de olhos fechados, permitindo o prazer, tinha agora seus mamilos esfregados pelo coroa, que passou cuspe neles., ele não conseguia parar e gemia forte, enquanto João terminava de penetrar o menino e a sentir as primeiras contrações do orgasmo tomando conta de seu corpo. Ele prosseguiu, portanto, enquanto, visivelmente gozava fazendo aquilo.
João conseguia enfim o que queria: fazer Tomás gemer alto, gritar de prazer e implorar para que ele enchesse seu rabo de leite.
A verdade é que Tomas sentia um tesão tremendo. Como nunca antes. E mordeu os lábios e deixou-se ser comido um pouco mais pelo João, até que ficasse doido. Quando já não mais estava aguentando, ele explodiu num orgasmo monumental sujando toda a cama completamente possesso de prazer como nunca antes teve, parecia que seu cacete iria explodir
Minutos depois Tomás se encontrava Beijando João e todo seu peito todo peludo, desceu as mãos sobre sua barriga e foi descendo, descendo até chegar ao seu pênis, Tomás devorava o pau do homem, chupava com vontade e força, como se já quisesse fazer aquilo á muito tempo, enquanto chupava e mamava ele ia sentindo o cheiro e o gosto do seu próprio rabo nno pau do cara, lambeu em seguida o saco peludinho do homem, passou a língua nas coxas peludas e voltou a mamar o pau do João, o Daddy gostava de ver seu neném ali brincando e se deliciando na sua pica, e batia a piroca na cara e na língua do infeliz até gozar e encher a cara de Tomás de porra grossa, branquinha e quentinha.
Alguns minutos depois João e Tomás conversavam enquanto Tomás com a cara suja de porra fazia massagem nos pés de seu papai enquanto prossegue-se o seguinte diálogo:
-"Hoje meu filho volta de viagem aqui pra nova esperança, eu conto com a ajuda de vocês dois, mas principalmente a sua Tomás" - João Diz
-"O que você quer que eu faça Daddy?"
-"Dê um jeito de sabotar a casa que a sua família vive, comece pelo restaurante, faça com que os clientes não queiram mais estar ali ou dê um jeito de que seja fechado, sabote também a escola de dança dê um jeito de que os alunos não queiram mais estar nessa escola, com os negócios indo mal poderei comprar a casa á preço de banana"
-"Mas...eu sabotar a minha própria família?!"
-"Não se preocupe, você será muito bem recompensado, e se conseguir me terá todinho só pra você"
Os olhos do menino brilharam quando ouviram aquelas palavras
MAIS TARDE...
Ao chegar ao seu destino Daniel chega e é bem recebido por todos, menos pelo irmão que se mantém frio e distante com ele, na verdade, Daniel da Lua é o elo que une duas famílias completamente diferentes, na casa em frente mora Naná a outra avó de Daniel, é uma mulher neurastênica, rabugenta e misteriosa, beirando o tragicômico. Avarenta, ela tranca a geladeira com cadeado, desliga a luz algumas vezes e despeja, até mesmo no filho, sua sovinice compulsiva: é proibido repetir pratos às refeições. Sua maior preocupação é fazer economia. Naná vive com o filho Marco, a neta meia-irmã de Daniel, Luana e a empregada, Frosina, que há vinte anos suporta suas mesquinharias. Porém, está longe de ser pobre: tem vários imóveis alugados e esconde em casa um tesouro que ninguém sabe onde está. O único que partilha seu segredo é o amigo Anselmo, que nutre um amor platônico por Lua, mesmo sendo muito mais velho que ele. Naná vive numa disputa interminável com Vitória pois assim como ela também possui uma rede de restaurantes porém nesse caso de comida Portuguesa.
Antes dela, o imóvel pertenceu aos avós paternos de Mama Vitória e Marisol, de modo que a casa guarda memórias da família há mais de um século.
Nos últimos anos, no entanto, Mamma Vitória e as filhas viram todos os antigos vizinhos irem embora, a maioria das casas do entorno serem demolidas e torres de apartamentos do tipo estúdio, com unidades de 16 a 33 m², serem erguidas atrás, à direita e à esquerda do imóvel.
Agora, o sobrado é um ponto sem sol, espremido pelos prédios.
Daniel entra na casa, se acomoda e começa á conversar com a mãe sobre a situação.
-"Com a gente, a abordagem dos corretores começou em 2010, mas a gente nem acreditava. A gente ria, e pensava: 'Quem vai vender aqui? O seu Pássaro, um vizinho de longa data vai vender? Imagina... Ninguém aqui vai vender'" - Lembra a professora de dança
-"E as abordagens nunca são feitas de forma amigável, é sempre na base da ameaça. Eles diziam: 'Se você não vender, vai ficar no meio dos prédios, não vai ter sol. Nós vamos construir o prédio do mesmo jeito e aí, lá de cima, vão jogar de tudo'", conta Mamma Vitória.
A corretora chegou a ficar meses com o carro parado na porta da casa.
-"Minha mãe não conseguia pôr a chave no portão, que ela vinha: 'Oi, tudo bem? Posso entrar?'. Quando ouvia que não, a conversa mudava de tom: 'Depois que a gente construir, você não vai vender essa casa nunca mais. Nunca ninguém vai querer essa casa, então acho melhor você vender'", diz Marisol, lembrando das conversas com a corretora.
As demolições das casas vizinhas começaram por volta de 2015.
"Você só se dá conta do que está acontecendo quando chegam os carros de mudança", diz Marisol.
"É uma coisa que dói na alma, porque ali era a casa do seu Pássaro, a outra era a casa do Malandrino, e eu brincava com os filhos dele. Mas a verdade é que a demolição, de todo o processo, é a parte menos traumática".
As obras começaram por volta de 2018, segundo a professora Marisol e a família passou a conviver com o barulho ininterrupto das estacas, entrega de material de construção na madrugada e o tráfego de caminhões, que por mais de uma vez destruiu a calçada da casa.
Junto a isso, vieram os abalos na estrutura do imóvel, que sofreu com rachaduras e infiltrações, segundo as irmãs, nunca devidamente compensadas pela construtora.
"Eles não se responsabilizam por nada e, quando você reclama, de novo, você escuta assim: 'Está vendo? Por que você não vendeu?'", conta Marisol referindo-se ao dono da construtora João.
...E assim começa a nossa história
CONTINUA






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